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PASTORAL MISSIONÁRIA

1. Justificaticva
- A Igreja é sinal visível de salvação. Cristo adquiriu-a com seu sangue (At 20, 28), tornando-a cooperadora na obra da salvação da humanidade. Cristo vive nela, realiza seu crescimento e cumpre a própria missão através dela, pela força do Espírito Santo” (RM, 9). Por isso, ser missionária constitui sua própria natureza.
- A Igreja não pode eximir-se da missão permanente de levar o Evangelho à quantos ainda não conhecem a Cristo, Redentor da humanidade. Esta é a tarefa, mais especificamente, missionária, que Jesus confiou e confia à sua Igreja até o fim dos tempos (RM 31 e Ch. L. 35), através de cada geração humana.
- Para continuar a obra salvífica, Jesus escolhe e envia pessoas como suas testemunhas e evangelizadores, porque não há missão sem missionários(as).
- Por força do Batismo e da Crisma, incorporados a Cristo, membros da Igreja, todos somos co-responsáveis pela atividade missionária da Igreja
- “Uma Igreja local não pode esperar atingir a plena maturidade eclesial e, só então, começar a preocupar-se com a Missão para além de seu território. A maturidade eclesial é conseqüência e não apenas condição de abertura missionária. Estaria condenando-se à esterilidade a Igreja que deixasse atrofiado seu próprio Espírito missionário, sob a alegação de que ainda não foram plenamente atendidas todas as necessidades locais”. (Igreja: Comunhão e Missão, 119. citados nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, 241).

2. Objetivo

- Animar e ajudar as Igrejas Particulares para que descubram e assumam a responsabilidade de sua Vocação Missionária, dentro da “Nova Evangelização Inculturada”, aqui e além fronteiras.

3. Diretrizes

-  Em todas as Dioceses, fortalecer o COMIDI (Conselho Missionário Diocesano) de modo que o Espírito Missionário penetre todas as atividades Pastorais: Catequese, Pastoral da Juventude, Pastoral Vocacional, Pastoral Familiar, etc. A dimensão Missionária deve estar presente em todos os planos de evangelização de cada Igreja particular.
-  Assumir a vocação missionária da Igreja para que, guiada pelo Espírito Santo, seguidora de Cristo e servidora do Reino do Pai, fonte de vida e esperança para todas as pessoas e culturas, realize a evangelização inculturada, aqui e além fronteiras:
> fortalecendo a consciência de que a Igreja local é sujeito da missão universal “ad gentes”.
> assumindo o processo de inculturação, como imperativo do seguimento de Jesus (DSD 13). superando a visão monocultural do cristianismo.
> promovendo o protagonismo evangelizador dos leigos e formando-os para a evangelização.
> propiciando a vivência alegre, solidária e fraterna nas comunidades cristãs.
- Formar a consciência missionária na família, “para que os pais dêem um contributo à causa missionária da Igreja, cultivando as vocações entre seus filhos” (RM 80). Dinamizar entre as crianças a Infância Missionária.
- Favorecer o estudo, reflexão e formação missionária dos Jovens, que os incentive a doar sua vida e o melhor das suas energias para a causa missionária, seja no Projeto Igrejas Irmãs, seja na missão “ad gentes”.
- Tornar conhecidas as POM - Pontifícias Obras Missionárias: Pontifícia Obra da Propagação da Fé, Pontifícia Obra da Infância Missionária, Pontifícia Obra de S. Pedro Apóstolo e Pontifícia União Missionária - dinamizando a Animação Missionária sobretudo o mês missionário, utilizando os meios possíveis e o contato direto com agenstes de pastoral e a comunidade.

4. Atividades permanentes

      1º Atividades prioritárias:
- Aprofundar a mística da Infância Missionária;
- Revitalizar o protagonismo dos leigos à luz das primeiras comunidades cristãs, fortalecendo a organização e a formação da dimensão missionária e da propagaçãso da fé;
-  Estruturar melhor onde já existem, ou criar os Conselhos Missionários Diocesanos (COMIDI’s) e as Comissões Missionárias paroquiais ( COMIPA’s, procurando maior entrosamento com todas as Pastorrais e Movimentos (cf.Cod. DC 791 e Doc. 40 da CNNB, nº 124).

      2º Atividades permanentes:
- Assembléia Anual do COMIRE do Paraná com  membros dos COMIDI’s e Organismos  Missionários.
- A nível Provincial, reuniões e encontros dos COMIPRO’s para articular e harmonizar em cada província Eclesiástica a ação e animação Missionária de cada diocese.
- Formação: Urgir a criação, - onde ainda não houver, - da disciplina de Missiologia nos Institutos Teológicos, Seminários Maiores, casas de Formação Religiosa e Escolas Diocesanas de Teologia para leigos(as), para formar líderes e agentes para a ação missionária nas dioceses e paróquias.
- Colaborar com a CRB no acompanhamento das Congregações Missionárias e em programas e projetos específicos.
- Acolhimento e contato com os missionários(as) brasileiros(as) que trabalham “além fronteiras” (correspondências, subsídios, etc).
- Incentivar a criação de centros de Formação Missionária.
- Que a Coleta Missionária seja um momento forte de partilha, solidariedade e maior generosidade     como fruto de sacrifício e conversão.

     Fonte:  CNBB - Regional Sul II

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